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sexta-feira, 2 de abril de 2010

A minha aventura com as fraldas ecológicas


Também quis experimentar. Quis ser solidária com o meio ambiente e quis que a pele da minha pequenina tivesse o melhor tratamento possível...mas foi "sol de pouca dura", e depois de uma breve experiência, desisti.

Tudo começou em meados de Março passado, quando a Francisca fez uns dias de febres altas porque estavam a nascer uns dentinhos. De repente, de um dia para o outro, ficou com uma dermatite da fralda muito exuberante. Depois de colocar vários cremes e medicamentos sem grande suceso pensei: "Talvez as fraldas ecologicas resolvam, ouço falar que são o melhor para a pele do bebé..." E resolvi experimentar, comprei um exemplar de duas marcas diferentes, e pensei outra vez: "Vou experimentar à noite, porque ela só faz xixi". E assim fiz.

Foi um desastre!

Na primeira noite, lembro-me que lhe toquei porque estava deconfiada, e senti a fralda toda molhada, tive de a trocar,o que nunca acontece com as descartáveis. Na outra noite que tentei, tive o azar dela fazer cocó... e é uma sujeira! Desisti logo!

Como diz o papá da Francisca, "deixa a ecologia para os outros"... É verdade! Que me desculpem as mamã adeptas deste sistema, mas para além de achar que as fraldas descartáveis são mais cómodas para o bebé, porque não são tão volumosas (a Francisca chegou a chorar quando lhe punha a fralda ecológica, porque interferia no andar), ficam secas durante mais tempo, logo são melhores para a pele do bebé, e não fazemos porcaria para a lavar, nem gastamos rios de água e de sabão...

Portanto, prefiro gastar mais algum dinheiro, mas continuar a usar as modernas fraldas decartáveis...porque para além do comodismo que não tem preço, a minha bebé agradece e fica com a pele sequinha e confortável durante mais tempo!

Ah, e não há como as dodots!!!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Menino ou Menina


É possível escolher o sexo do bebê?


Com os frequentes avanços da medicina reprodutiva, hoje é possível escolher o sexo do bebê em laboratório e realizar uma fertilização in Vitro (FIV), implantando os embriões do sexo escolhido. Para além de gerar polêmicas em todo o mundo, o procedimento tem um custo elevado, não sendo acessível à maioria dos casais.


Porém, existem algumas dicas a serem seguidas que podem gerar até 80% de sucesso na escolha do sexo do bebê. É importante, que os casais saibam que o método não é infalível.


Antes, é necessário compreender o comportamento dos espermatozóides: os espermatozóides que carregam o cromossoma Y são os masculinos, possuem a cabeça menor, são mais rápidos, porém, menos resistentes. Os espermatozóides com o cromossoma X são os femininos, possuem a cabeça maior, são mais lentos e mais resistentes que os masculinos.


A primeira coisa a fazer é determinar o dia exato da ovulação.


Para ter uma menina - uma vez determinado o dia fértil, deve-se ter relações sexuais até dois dias antes da ovulação e não ter relações, até três dias após a mesma. A mulher deve ter o orgasmo depois do homem, caso contrário, as contrações e o muco auxiliam na locomoção dos espermatozóides, favorecendo os masculinos que são mais rápidos.

A mulher deve comer mais durante o periódo fértil, incluindo vinagre e pimenta, para aumentar a acidez, pois os espermatozóides femininos suportam melhor a acidez, que os masculinos.

Duas horas antes da relação sexual, a mulher deve fazer um duche vaginal com água e vinagre branco, para ajudar a aumentar a acidez local.


Para ter menino - o casal deve manter relações sexuais no dia exato da ovulação. O orgasmo deve ser simultâneo (se possível) ou a mulher deve atinguir o orgasmo um pouco antes do homem, fazendo com que as contrações e o muco libertado auxiliem os espermatozóides na sua locomoção.

A mulher deve comer pouco e evitar alimentos ácidos e apimentados, para não aumentar a acidez da vagina. Duas horas antes da relação sexual, a mulher deve fazer um duche vaginal com água e bicarbonato de sódio, deixando-a mais alcalina, facilitando a locomoção dos espermatozóides com cromossomas Y.


Boa sorte!

Fonte: Universo do bebé
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